O que sinto eu não ajo.
O que ajo não penso.
O que penso não sinto.
Do que sei sou ignorante.
Do que sinto não ignoro.
Não me entendo e ajo como se me entendesse.
[Clarisse Lispector me salva]
umbiguismo... devaneios... intermitências... e outras inutilidades relacionadas a mim. Porque se tudo junto escreve separado e separado escreve tudo junto, eu também não preciso de sentido.